A Gestão democrática na escola é fundamental para promover atividades significativas no dia a dia para aprendizagem de nossos alunos e nada melhor do que proporcionar nos ATPCs momentos de compartilhar boas experiências realizadas com os alunos de deficiência ou mesmo dos outros.
Dessa maneira, em um dos ATPCs, aliás, até recentemente, deve ter uns quinze dias, pude compartilhar como o uso do livro didático nas aulas de Inglês e o CDs com diálogos pode proporcionar experiências valorosas para os alunos na perspectiva inclusiva. Não só por estabelecer vínculos maiores com a língua, mas poder proporcionar a busca de novos sensações ao ter contato com um audio em Língua Inglesa. (novidade para muitos), pois só os discentes geralmente só tem contatos com músicas . E daí, como não tenho alunos com laudos que são deficientes, mesmo assim, trouxe um diálogo com facilitadores para os alunos com dificuldades de aprendizagem (Texto com menos palavras e com apoio de imagens desenhados na lousa). Assim, pude incluir a todos na produção da atividade.
O interessante aqui, é poder nesse momento estar juntos com os outros professores em compartilhar as experiências, obstáculos a serem superados e mostrar como as atividades podem dar certo com todos os alunos.
Vale destacar que mesmo que tenha sido duas aulas para promover uma Audio, foram essenciais a ajuda da Coordenação e Direção para conseguir um lugar na escola onde funcionasse as tomadas para uso do aparelho de som, além de se comprometer a consertar as que falhando.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Complemento ao Post anterior
Vale destacar que sobre o Valentine's day, realizamos a leitura da história das lendas de Valentine e fizemos um comparativo reflexivo com o estudo de algumas questões sobre as diferenças entre o dias dos namorados no Brasil e o Valentine's day nos países onde se fala Inglês.
Para a produção do cartão, disponibilizei cartolinas e algumas frases prontas em Inglês sobre amizade, amor, companheirismo, família... que os alunos poderiam escolher e implementar com imagens seus cartões.
Quanto ao aluno com deficiência (Autismo), o mesmo tem dificuldades motoras finas que apresentam atividades com pequenos círculos pequenos sem qualquer relação com atividade propostas que era fazer corações que eram pré-traçados. Entretanto pude perceber que podíamos explorar a questão dos movimentos do corpo, e assim, por minha mediação e orientação, desenvolvemos com o auxílio dos alunos gestes que lembrava um coração e conseguimos que o educando conseguisse realizar as mesmas ações.
Para a produção do cartão, disponibilizei cartolinas e algumas frases prontas em Inglês sobre amizade, amor, companheirismo, família... que os alunos poderiam escolher e implementar com imagens seus cartões.
Quanto ao aluno com deficiência (Autismo), o mesmo tem dificuldades motoras finas que apresentam atividades com pequenos círculos pequenos sem qualquer relação com atividade propostas que era fazer corações que eram pré-traçados. Entretanto pude perceber que podíamos explorar a questão dos movimentos do corpo, e assim, por minha mediação e orientação, desenvolvemos com o auxílio dos alunos gestes que lembrava um coração e conseguimos que o educando conseguisse realizar as mesmas ações.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Diversidade e Inclusão no Coração
Diversidade e Inclusão no
Coração
Conheci
Felipe em Fevereiro desse ano, logo fiquei sabendo que há um laudo escrito
síndrome Autista em avaliação. Não sei muito o que isso significa, mas sabia
que tinha que incluí-lo nas minhas aulas. Assim, conversei com colegas de trabalhos
sobre suas experiências e fui fazer minhas tentativas.
O
objetivo da atividade é que os alunos da sala conhecessem as diferenças entre
os dias dos Namorados (Valentine's Day) no Brasil e nos países que falam
Inglês. E ter como produto final um cartão do dia dos namorados que os alunos
poderiam colocar como destinatário, amigos, pais e professores.
Foram previstas 4 aulas, e logo que
começaram como fazer com que o Felipe prestasse atenção, pois o mesmo andava
sem parar pela sala e puxava cabelos dos colegas que não se importavam muito
com tal atitude. O que combinei com a turma e com Felipe. Que em todas as
tarefas que eu propusesse seria eleito ao menos dois alunos para auxiliar o
Felipe na realização das atividades e que o respeito mútuo será uma premissa de
grande valor na sala. Os colegas colocaram se prontos a ajudarem e devido a
dificuldade de registro escrito, o auxilio seria promover atividades de
interação com o garoto de forma gestual. E assim foi feito.
Apresentei
um texto para a turma, contei algumas lendas sobre o dia dos Namorados e
solicitie o cartão. Quanto ao Felipe, pareceu me apático às orientações que tinha
passado para os alunos que estavam o auxiliando, os educandos faziam corações
com as mãos e apresentavam figuras de casais e amigos. Contanto, já notava um
esforço da sala, como eu já esperava que acontecesse, para que o Felipe de fato
aprendesse algo. E de fato, ao final da quarta aula sobre o assunto, parece ter
acontecido, principalmente quando ainda sem muito jeito o garoto conseguiu
fazer um coração com suas mãos. Colegas de sala, queriam a todo instante
apresentar para todos da escola (professores de outras disciplinas,
funcionários, Gestão) que Felipe conseguia com suas mãos mostrar um coração.
Acho que de alguma forma consegui tocar o coração dos alunos e quem sabe do
Felipe.
sábado, 29 de março de 2014
Intervenção Inclusiva
Apenas na escola da prefeitura que
trabalho tenho alunos com deficiências, há um aluno de 7º ano laudado com uma
síndrome autista em avaliação. O aluno faz apenas rabiscos nos cadernos, por vezes é agitado no
sentido de não ficar no lugar e querer constantemente sair da sala, algumas
vezes agressivo puxando cabelos e mordendo colegas. A criança possui pouca
linguagem verbal e não verbal gestual. Cheguei a essa escola nesse ano, por uma
solicitação de remoção. Tão logo cheguei e como também há poucos casos na
escola, a Coordenação teve o cuidado de nos apresentar o caso e solicitou nos
possíveis intervenções.
Nessa direção, mais interessante é conversar
com os professores que já deram aula para o aluno, consultando seu portfólio e
compartilhar experiências, especialmente as boas, além de realizar com alunos
da turma sobre as limitações que o colega apresenta e juntamente com o professor estabelecer parcerias
de participação nas aulas no auxilio para o desenvolvimento de atividades.
Assim, indo de encontro com o
projeto da escola desse ano: Tolerância e Diversidade, logo nos primeiros dias
que cheguei a sala, conheci o garoto e na semana seguinte conversei com a turma
sobre valores do respeito mútuo, da diversidade que possuímos como seres
individuais e que cada um de nós é diferente. Destaquei as dificuldades que
cada um pode apresentar e que de forma interacionista podemos superá-las ou ao
menos minimizar. Em especial, ao garoto com deficiência, os alunos se dispuseram
a poder realizar o auxílio e já apresentamos resultados na linguagem não
verbal.
Ministrei algumas
aulas sobre o dia dos Namorados, (Valentines's Day) que foi no dia 14 de
fevereiro, e durante o processo o aluno em questão mostrou apático, não aceitando
qualquer tentativa de intervenção, contanto no produto final, o aluno
participou com o auxilio de colegas e apresentou um coração. Foi uma alegria
não só para ele, que ficara contente por ter conseguido fazer algo, mas para
colegas e a mim
segunda-feira, 24 de março de 2014
Visitar uma escola com alunos de Inclusão
Oi, pessoal
A dica de hoje é falarmos da inclusão de alunos com necessidade especial nas escolas regulares, pois notamos como é de extrema importância para garantirmos nas escolas os valores da diversidade, tolerância, a intolerância boa e o respeito mútuo. Segue o link no título (Visita a escola com alunos de Deficiência Auditiva) de uma boa experiência de uma equipe de profissionais que aconteceu no Rio Grande do Sul que podemos aplicar em nossas escolas, como visitas a lugares onde tenham alunos com deficiência visual, mesmo mental como na APAE e nas escolas com cegos, ou mesmo que tenham um número maior de alunos com deficiência auditiva. Assim, podemos promover situações que os alunos possam vivenciar as experiências e compartilhá-las na escola.
Visita a escola com alunos de Deficiência Auditiva
Abraços
Cristiano
A dica de hoje é falarmos da inclusão de alunos com necessidade especial nas escolas regulares, pois notamos como é de extrema importância para garantirmos nas escolas os valores da diversidade, tolerância, a intolerância boa e o respeito mútuo. Segue o link no título (Visita a escola com alunos de Deficiência Auditiva) de uma boa experiência de uma equipe de profissionais que aconteceu no Rio Grande do Sul que podemos aplicar em nossas escolas, como visitas a lugares onde tenham alunos com deficiência visual, mesmo mental como na APAE e nas escolas com cegos, ou mesmo que tenham um número maior de alunos com deficiência auditiva. Assim, podemos promover situações que os alunos possam vivenciar as experiências e compartilhá-las na escola.
Visita a escola com alunos de Deficiência Auditiva
Abraços
Cristiano
segunda-feira, 17 de março de 2014
Hand Talk: Tradutor de Sites para Libras
Aqui segue um vídeo explicando como instalar no android ou no seu laptop o Hand Talk.
Deficientes Auditivos
Comecei nesse sabado o primeiro encontro presencial do curso de Pós-Graduação de Inclusão de Deficiência Auditiva. Já tive experiência com deficientes Auditivos em 2005. Foi muito gratificante. E nada melhor do que começar as postagens desse blog compartilhando o link de uma ferramenta que pode ser de grande ajuda para quem tem alunos deficientes Auditivos.
http://www.handtalk.me/app
http://www.handtalk.me/app
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